SETEMBRO AMARELO

5os ANOS DA PREVENÇÃO AO SUICÍDIO

Como abordar este tema na escola

Alunos do IEP na campanha do Setembro Amarelo
 

A campanha Setembro Amarelo surgiu com o intuito de mudar esse cenário, isto é, de conscientizar a população acerca da importância de falar sobre o tema. Como abordar o assunto na escola.

Falar sobre suicídio é um tabu em nossa sociedade. O conteúdo delicado e complexo da conversa faz prevalecer a ideia de que “é melhor não tocar no assunto”. A campanha Setembro Amarelo surgiu com o intuito de mudar esse cenário, isto é, de conscientizar a população acerca da importância de falar sobre o tema.

No Brasil, a faixa etária mais preocupante engloba adolescentes e  jovens entre 13 e 25 anos, por isso sugere-se que a prevenção comece ainda na infância. Nesse sentido, a escola tem uma significativa parcela de responsabilidade nesse processo.

Mas como o suicídio pode ser abordado dentro da escola? Como os educadores e a comunidade escolar podem atuar para prevenir e lidar com uma questão tão séria?  Confira como surgiu  a discussão deste tema tão divulgado neste mês nas redes sociais e na mídia televisiva ,  e como nossa Educadora Danielle do Carmo, Professora regente dos 5os Anos abordou o tema com suas turmas.
Tudo começou nas aulas do Programa do Líder em Mim que protagoniza à nossos alunos a empreenderem a liderança de sua própria história. " Porque alguns adolescentes preferem interromper a própria vida ao invés de liderar seu próprio futuro " Como lidar com a pressão dos amigos " Quem devo procurar quando não consigo resolver um problema sozinho " Meus pais são os meus melhores amigos ou os meus amigos são verdadeiramente os meus melhores amigos " Como posso ajudar meus amigos ou ate aqueles que não são tão amigos assim a sair de uma situação conflituosa ", estes foram os questionamentos observados por nossa educadora na roda de conversa .Sabe-se que na  idade escolar, a percepção do suicídio como forma de findar o sofrimento pode estar atrelada a outras adversidades enfrentadas pelo jovem, seja dentro, seja fora da escola. Questões como bullying e cyberbullyingdepressão, relações familiares conturbadas, entre outras, podem estar na raiz do problema. Diante da escuta atenta às suas turmas nossa educadora transformou as indagações de seu alunado em oportunidade de trabalho e de conscientização  com as demais turmas da escola. "Qual a importância de um abraço" " Conte comigo, posso te escutar ..."  
Falar sobre estas questões  e aproximar as crianças e jovens é a melhor forma de tratar com delicadeza e simplicidade este tema.

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